domingo, 4 de abril de 2010

Explosões de carros-bomba deixam mais de 30 mortos em Bagdá

Número de feridos passa de 100 após três explosões.
Na sexta-feira, ataque que matou 25 em vilarejo sunita.

Pelo menos 32 pessoas morreram neste domingo (4) em Bagdá após três fortes explosões provocadas por carros-bomba, segundo a polícia iraquiana. O número de feridos passa de 100.

Dois dos atentados aconteceram no bairro de Al Mansur, no oeste da capital, e o outro em Al Salehiya, no centro da capital.

Um dos atentados do bairro de Al Mansur foi perpetrado em uma região onde há embaixadas de países árabes e de outras nações, segundo a policia.

Um dos prédios afetados foi a embaixada da Espanha em Bagdá, que sofreu danos consideráveis que incluem a ruptura de vidros no edifício, segundo fontes diplomáticas.

A explosão em Al Salehiya aconteceu perto do acesso principal à chamada "zona verde", que conta com medidas especiais de segurança.

Pelo menos nesta explosão de Al Salehiya a bomba foi acionada por um suicida, disseram as fontes policiais.

As imagens da televisão no atentado de Al Salehiya mostraram várias pessoas, entre elas uma menor, que eram levadas a ambulâncias para receber atendimento médico.

Pouco antes, fontes policiais disseram que na cidade de Mossul (norte), pelo menos um civil morreu e outros 20 ficaram feridos pela explosão de um carro-bomba.

Segundo estas fontes, o veículo carregado de explosivos foi detonado durante a passagem de uma patrulha policial em um mercado popular.

As fontes não descartaram que aumente o número de vítimas fatais pela gravidade de feridos em Mossul, entre os quais está um capitão de polícia.

Os atentados de hoje acontecem no meio de intensas negociações para formar governo, após as eleições parlamentares do dia 7 de março.

Na noite de sexta-feira, homens armados vestidos com uniformes militares invadiram um vilarejo mulçumano sunita no sul de Bagdá e mataram ao menos 25 pessoas, incluindo mulheres e crianças.

Dilma sobe 4 pontos e encosta em Serra, diz Vox Populi

Levantamento sobre a corrida presidencial mostra ex-governador tucano com 34% das intenções de voto e ex-ministra petista com 31%.



Uma nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República da Vox Populi, encomendada pela TV Bandeirantes e divulgada na noite deste sábado, 3, mostrou que José Serra, pré-candidato do PSDB, lidera a corrida com 34% das intenções de voto. Dilma Rousseff, do PT, aparece com 31%, seguida de Ciro Gomes (10%) e Marina Silva (5%).

Veja também:

A curiosa ordem das questões na pesquisa Vox Populi

A pesquisa, divulgada na noite deste sábado, 3, pelo Jornal da Band, avaliou ainda um cenário sem Ciro na disputa. Nesse caso, Serra fica com 38% e Dilma, com 33%. Na pesquisa anterior do Vox Populi, feita em janeiro, Serra aparecia com os mesmos 34% no cenário que também incluía Ciro Gomes. Já a pré-candidata do PT tinha 27% das preferências.

Entretanto, os questionários dos dois levantamentos não são idênticos. Na pesquisa mais recente, antes de apresentar aos entrevistados os cartões com os nomes dos candidatos e perguntar em quem pretendem votar, o instituto fez perguntas relativas ao grau de conhecimento sobre os concorrentes. Também foram feitas perguntas sobre os cargos que os candidatos já exerceram.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos. Votos nulos e brancos somam 7%, enquanto 13% não souberam ou não quiseram responder.

sábado, 3 de abril de 2010

Irã planeja enviar armas a talebans no Afeganistão, advertem EUA

Uma nova agência de inteligência militar dos EUA alertou que o Irã planeja infiltrar um novo carregamento de armas no Afeganistão nas próximas semanas, disse nesta sexta-feira um alto oficial do Departamento de Defesa americano, citando uma "fonte iraniana", segundo a rede CNN.

Saiba mais sobre as ameaças do Irã a Israel.
"O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, alertou neste sábado Israel e os países aliados que pagarão caro por qualquer novo ataque contra a faixa de Gaza.

Segundo a agência semioficial iraniana Fars, Ahmadinejad fez esta declaração durante a inauguração de uma fábrica para a produção de matéria-prima na fabricação de aço, na Província iraniana de Kerman.

'Não voltem a cometer o erro de atacar Gaza, já que vão pagar caro', ameaçou o presidente iraniano, que não reconhece o Estado de Israel e o qualifica como "o regime sionista de ocupação".

O governo israelense ameaçou nesta sexta-feira lançar uma nova ofensiva contra o grupo radical islâmico Hamas, que controla a faixa de Gaza (território palestino) desde 2007, caso continuem os disparos de foguetes a partir desta região. No dia anterior, aviões israelenses fizeram uma série de ataques às cidades de Gaza, Rafah e Khan Younis.

O primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, fez um apelo à comunidade internacional para que impeça o início de um novo ciclo de violência. "Exortamos à comunidade internacional para que intervenha e coloque um fim a esta escalada e a agressão israelense", declarou, em um comunicado oficial.

Programa nuclear iraniano

Ahmadinejad aproveitou para criticar o tratamento dado pelo Ocidente às atividades nucleares do Irã.

'Eles mentem e dizem que o Irã tenta produzir bombas atômicas, enquanto eles próprios têm bombas atômicas', afirmou.

O regime iraniano é criticado por grande parte da comunidade internacional por conta de seu controvertido programa atômico.

Países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Israel acusam o regime iraniano de esconder sob o programa nuclear civil outro de natureza clandestina e com ambições bélicas, cuja meta seria adquirir armas atômicas, uma alegação que Teerã rejeita.

Desde fevereiro, Washington, apoiada por Londres, Paris e Berlim tentam pactuar novas sanções internacionais contra o Irã."


Veja o posicionamento do país sobre os possíveis embargos ao seu programa nuclear.
"Após debates sobre o apoio da China às possíveis sanções da ONU contra o Irã, o porta-voz do ministério de Assuntos Exteriores do Irã, Ramin Mehmanparast, afirmou hoje que os embargos da comunidade internacional demonstraram sua "inutilidade" nas últimas três décadas.

Segundo a agência local de notícias "Mehr", Mehmanparast fez esta declaração em reação à postura do Canadá na reunião de ministros de Exteriores do Grupo dos Oito (G8, que reúne as principais potências do Mundo e a Rússia), realizada esta semana nesse país, na qual foi tratado o caso nuclear iraniano.

Ottawa disse que o G8 deve concordar novas sanções econômicas contra Teerã para sua aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), diante da ameaça do programa nuclear iraniano.

"O programa nuclear do Irã é totalmente pacífico, e falar de embargos é uma ameaça que mostrou sua inutilidade nos últimos 30 anos", afirmou Mehmanparast.

O porta-voz da diplomacia iraniana disse ainda que "os países devem optar por reconhecer os direitos dos demais, especialmente no marco do Tratado de Não-Proliferação (de Armas Nucleares), em vez de empregar métodos incorretos como impor embargos e pressões".

O regime iraniano é criticado por grande parte da comunidade internacional por conta de seu controvertido programa atômico.

Países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Israel acusam o regime iraniano de esconder sob o programa nuclear civil outro de natureza clandestina e com ambições bélicas, cuja meta seria adquirir armas atômicas, uma alegação que Teerã rejeita.

Desde fevereiro, Washington, apoiada por Londres, Paris e Berlim tentam pactuar novas sanções internacionais contra o Irã."


Outro oficial americano, no entanto, disse que o Irã apenas fornece "suprimentos limitados de armas para o Taleban... não o bastante para causar problemas para as forças de coalizão", segundo a rede americana.

O oficial também lembrou que o Irã, país de maioria xiita, e o Taleban sunita quase entraram em guerra um contra o outro no final dos anos 1990. Por isso, não seria do interesse do Irã ser um dos principais fornecedores de armas do grupo radical islâmico.

No começo desta semana, o chefe do Estado-Maior Conjunto, o almirante Michael Mullen, disse a jornalistas ter sido pego de surpresa quando soube de um "carregamento significativo" de armas do Irã para Candahar no sudeste do Afeganistão.

Teerã já disse apoiar o governo afegão e nega alegações de que ajuda os militantes do grupo islâmico Taleban. Irã considera as acusações parte da campanha internacional contra a República Islâmica e diz que não faria sentido um governo xiita ajudar os sunitas talebans.

O Irã tem relações estreitas com o Afeganistão e recebeu milhões de refugiados afegãos expulsos pelos incessantes conflitos no país nos últimos 30 anos.

Revisão da tarifa da Celpe vai reduzir contas


Companhia pediu aumento de 4,65%, mas consumidor sentirá queda de até 9,3% por conta de componentes financeiras que vão diminuir a tarifa.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou ontem o pleito de reajuste da conta de luz protocolado pela Celpe. De acordo com a agência reguladora, a companhia energética pediu um reajuste tarifário médio de 4,65%. Segundo a Aneel, curiosamente, este pedido poderá gerar uma redução nas tarifas percebidas pelos consumidores (industriais, residenciais e comércio), num índice médio de 9,33%. A Aneel é responsável por aceitar ou não a proposta da Celpe que, por enquanto, é preliminar.

A agência explica que a diferença entre o índice apresentado e o efeito percebido pelo consumidor deve-se à consideração de componentes financeiros – diferenças a maior ou a menor relativas a períodos anteriores – que não fazem parte da base econômica da tarifa, e cuja movimentação pode alterar essa percepção. Por exemplo, o crescimento do número de consumidores termina por diminuir os custos operacionais da empresa. A Celpe, por sua vez, justifica que “a redução percebida pelos clientes da concessionária será resultado do término da cobrança de componentes financeiros que insidiam sobre a tarifa, com destaque para a última parcela da Revisão Tarifária de 2005”. Além disso, a companhia esclarece que é a Aneel quem definirá o percentual que será aplicado entre os diferentes níveis de tensão (consumidores residenciais, comerciais e industriais).

A Aneel irá analisar o pedido e a sua decisão sobre o índice definitivo será divulgada no próximo dia 27 de abril. O assunto é complicado porque envolve cálculos de outros componentes financeiros, mas é possível de ser entendido. Segundo a Aneel, quando se é aplicado o índice proposto (4,65%) na fórmula de cálculo tarifário chega-se a um efeito negativo. “Numa fórmula matemática quando se multiplica um número positivo por outro negativo chega-se a um resultado negativo”, exemplificou uma assessora da Aneel.

Nos cálculos que serão inseridos o índice proposto pela Celpe há uma fórmula matemática que leva em conta a parcela de custos gerenciáveis da tarifa (ou seja, itens ligados à administração como custo de funcionários, organização do negócio de distribuição), além dos custos não gerenciáveis (onde podem ser incluídos os custos de compra de energia) e também os custos de transporte e encargos setoriais (impostos). Segundo a agência, todos os anos os componentes da fórmula têm pesos diferentes, pois num determinado período a empresa pode ter comprado mais energia com o dólar mais caro, ou diminuiu o custo com transmissão. Ou seja, toda mudança reflete no cálculo.

No comunicado à imprensa, a Aneel esclarece que os percentuais de reajuste das distribuidoras aprovados não seguem, necessariamente, apenas a variação da inflação. O índice de reajuste é resultado da composição das variações do IGP-M no período de um ano – índice previsto no contrato de concessão – com os custos gerenciáveis e não gerenciáveis.

Fonte: Jornal do Commercio

Aécio rebate Lula e provoca Dilma

Ex-governador afirma que foi o PSDB que iniciou o processo de mudanças no país e que não basta à ex-ministra vir ao estado para conquistar o voto dos mineiros. É preciso ter propostas

Juliana Cipriani


Em sua primeira viagem a São João del-Rei logo depois de ter deixado o cargo, o ex-governador Aécio Neves (PSDB), pré-candidato ao Senado, disse nessa sexta-feira que concorda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quando ele afirma que o candidato que quiser vencê-lo nesta eleição terá de “enfiar o pé no barro” e trabalhar mais do que ele . Segundo Aécio, o PSDB tem condições de vencer o PT e mostrar ao eleitor que o partido é que foi o responsável pelo início das mudanças no país. “Acho que nós temos condições de mostrar que estamos na matriz dessas mudanças. Temos todos que melhorar o Brasil”.

Em relação à pré-candidata Dilma Rousseff (PT), que escolheu Minas para começar a campanha rumo ao Planalto, Aécio afirmou que não adianta a ex-ministra simplesmente vir ao estado. É preciso que ela apresente propostas concretas para os mineiros. “Eu acho que, mais do que visitas, nós queremos propostas para Minas Gerais. O governador José Serra deve apresentar brevemente um conjunto de ações para Minas Gerais, que diz respeito a investimentos”, disse.

Aécio anunciou que vai ao lançamento da pré-candidatura de Serra, no dia 10. Na avaliação do ex-governador, o PSDB não entrou tarde na disputa pela Presidência, como criticam alguns aliados, principalmente do DEM. “Acho que está no tempo. O tempo correto é este. Nós estamos a quase seis meses das eleições A partir do dia 10, acho que temos todas as condições de travar um bom debate e estou muito confiante na vitória”.

Renúncia

O Diário Oficial do Estado de São Paulo trouxe na edição de ontem ofício em que o governador José Serra comunica sua renúncia ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Barros Munhoz (PSDB). No texto, o agora ex-governador diz que se desincompatibiliza do cargo para concorrer às eleições de outubro. Serra é pré-candidato do PSDB à disputa presidencial.

Com a renúncia de Serra, assume o cargo interinamente o vice Alberto Goldman. A posse dele, no entanto, só ocorrerá na terça-feira em cerimônia marcada para as 16h no Palácio dos Bandeirantes, após a diplomação na Assembleia Legislativa, prevista para as 15h.

Serra e Goldman são amigos há cerca de 30 anos e o novo titular do Palácio dos Bandeirantes governará sob a bandeira do continuísmo. Goldman finalizará as obras e projetos que serão destaques da campanha do governador ao Palácio do Planalto, como o Rodoanel e a expansão do metrô, e conduzirá o PSDB à sucessão em São Paulo.

Brasileiro bebe muito a cada vez, diz estudo

Pesquisa mostra que o padrão de consumo de álcool no País favorece a dependência

Pelo menos uma vez por semana a publicitária Leila (nome fictício), de 35 anos, "enche a lata". Já o atendente de telemarketing Ricardo (nome fictício), de 25 anos, conta que prefere nem beber durante a semana para não ter problemas para trabalhar no dia seguinte. "Eu sei que, se eu tomar uma lata de cerveja, vou tomar duas, três e por aí vai." Nem Leila nem Ricardo podem ser considerados dependentes de álcool. Mas ambos seguem um padrão de consumo que é típico do brasileiro: o "binge drinking" ou "beber pesado episódico" (mais de cinco doses para homens e quatro para mulheres em uma ocasião).

"Em vez de beber todos os dias, moderadamente, às refeições, como os europeus, os brasileiros bebem tudo de uma vez no fim de semana. É um padrão prejudicial, pois aumenta o risco de dependência e deixa a pessoa mais sujeita a intoxicação e comportamento de risco, como sexo desprotegido, abuso de nicotina e dirigir embriagado", afirma a pesquisadora do Instituto de Psiquiatria da USP Camilla Magalhães Silveira.

Camilla coordenou, no Brasil, parte de uma investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS) realizada em 28 países com o intuito de medir a prevalência de transtornos mentais na população. Mais de 5 mil pessoas participaram da pesquisa na região metropolitana de São Paulo, escolhida para representar o País.

Os dados obtidos revelam que, enquanto o consumo per capita anual de bebida alcoólica na França é de 18 litros por pessoa, no Brasil ele está abaixo de 8 litros. No entanto, a taxa de abuso e dependência aqui é de 4%, enquanto entre os franceses é de apenas 0,8%.

"A OMS tem uma escala que vai de 1 a 4 e mostra o quanto é prejudicial o consumo em cada País. O Brasil recebeu nota 4, a de maior gravidade. Já os europeus têm um padrão de consumo protetor, que até faz bem à saúde", explica.

O estudo revelou ainda que 86% dos entrevistados haviam consumido ao menos 1 dose de bebida alcoólica na vida, e 56,2% consomem regularmente (pelo menos 12 doses em 12 meses). A taxa de dependência foi de 3,3% e a de abuso, de 9,4%.

"Ainda que os abusadores não sejam a maioria no País, o impacto na saúde é grande. Isso resulta em acidentes de trânsito, em violência física e verbal e prejudica o rendimento no trabalho e no estudo", afirma Arthur Guerra, um dos maiores especialistas do País no tratamento de dependentes de álcool e drogas.

"Não sei ao certo o quanto bebo, pois há sempre mais pessoas na mesa. Só sei que no fim da noite há pelo menos 20 garrafas de cerveja amontoadas ao lado", diz Ricardo. "Além disso, em festa, extrapolo mesmo."

Fora de casa. Outro levantamento recente, da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Unifesp, aponta que quase metade da população é abstêmia - e que, quem bebe, bebe muito. "Cerca de 25% disseram beber pouco e ocasionalmente. Os outros 25% são responsáveis por consumir 80% do álcool ingerido no País", diz Ronaldo Laranjeira, responsável pela pesquisa.

Para o psiquiatra, esse padrão está relacionado a um consumo não domiciliar. "O consumo é principalmente social, fora de casa e, por isso, a tendência é que seja maior", analisa. Para ele, essa cultura é preocupante não só porque leva os jovens ao consumo excessivo, mas também porque os leva a beber longe do controle familiar.

A proibição da propaganda de bebidas alcoólicas e uma fiscalização que de fato coíba a venda a menores de idade são as medidas apontadas por Laranjeira para reverter o quadro. "Não podemos deixar que a educação de nossos filhos para o álcool seja feita pela indústria de bebida."

O descendente de italianos Francisco Villano, de 93 anos, foge do padrão brasileiro de consumo alcólico. Desde a juventude, adquiriu o hábito de tomar, todos os dias, uma taça de vinho no almoço e outra no jantar. "Deve ser por isso que estou bem de saúde", diz Villano, que há 81 anos trabalha como barbeiro.

Quem bebe mais

Os campeões

No topo da lista dos países que mais consomem bebidas alcoólicas por pessoa ao ano, estão países como Rússia, Ucrânia, Letônia, Lituânia. As bebidas destiladas são as preferidas.

Os moderados

Países europeus, como França, Itália, Espanha, Suíça e Portugal, registram um consumo per capita alto de álcool. No entanto, o consumo é diferente: uma ou duas doses, todos os dias, o que traz menos riscos.

Americanos

Nos Estados Unidos, o consumo de álcool é mediano.

Homem é preso em Petrolina acusado de tráfico de drogas

Roseane Albuquerque
Núcleo SJCC/Petrolina

Policiais rodoviários federais lotados na delegacia de Petrolina, Sertão pernambucano, prenderam na manhã deste sábado, por volta das 6h30, Manoel Gomes de Araújo, de 52 anos. A prisão aconteceu durante uma abordagem de rotina nas proximidades da Serra da Santa, a cerca de 20 quilômetros do centro da cidade, na BR 428.

Havia contra Manoel Gomesum mandado de prisão por tráfico de drogas. Ele foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil para a adoção das medidas legais.